junho 30 2026
Tauil & Chequer Advogados associado a Mayer Brown realiza debate sobre agronegócio e transição energética
A integração entre o agronegócio e o setor de energia é a mais nova “fronteira” de desenvolvimento para o mercado agrícola. Em um setor que representa mais de 20% do PIB brasileiro e que vê crescer a demanda pela descarbonização, a geração de energia renovável para ampliar a eficiência, reduzir emissões e diversificar receitas pode ser considerada uma das principais oportunidades para transformação e crescimento.
Esse foi um dos temas abordados no evento “Agro e Transição Energética: Biogás, Biometano e Mercado Livre de Energia Elétrica”, que reuniu especialistas, clientes e profissionais do setor para discutir sobre os desafios e as oportunidades da transição energética no agronegócio, além de debater como essa integração entre produção agropecuária e geração de energia renovável pode impulsionar novos modelos de negócio.
Nossos sócios Christian Roschmann, Tiago Macêdo, Débora Yanasse e Lilian Toscani conduziram discussões estratégicas sobre o avanço do biogás e do biometano, os impactos da reforma do setor elétrico sobre o mercado livre de energia e as tendências para estruturas de autoprodução.
"O biometano tem potencial para se tornar um pilar da estratégia brasileira de descarbonização da indústria pesada e do transporte no Brasil, além de reduzir a dependência do gás natural fóssil. Contudo, ainda há desafios estruturais importantes, como os elevados custos de escoamento do gás produzido offshore, desigualdades na infraestrutura de distribuição entre os estados e a limitação de alternativas de oferta, como o desenvolvimento de recursos não convencionais. Superar esses gargalos será fundamental para ampliar a competitividade do gás renovável e acelerar a construção de uma matriz energética mais sustentável e resiliente”, afirma Tiago Macêdo.
Sobre o setor elétrico, Débora comentou sobre o desafio de refletir a competitividade do custo de geração de energia elétrica no Brasil na tarifa paga pelos consumidores finais, ainda uma das mais altas do mundo. Já há um consenso no setor em limitar subsídios para determinadas fontes renováveis e abrir espaço para outras fontes e tecnologias que contribuam com maior flexibilidade – como o biometano e as baterias. A autoprodução continuará sendo uma tendência para a redução de custos com energia elétrica, mas com restrições à isenção de encargos setoriais. “Estamos vivendo um período de transformações estruturais no setor elétrico, com a iminente abertura total do mercado livre e a inserção de novas tecnologias como a inteligência artificial, as baterias e as usinas reversíveis”, aponta a sócia.
Esse foi um dos temas abordados no evento “Agro e Transição Energética: Biogás, Biometano e Mercado Livre de Energia Elétrica”, que reuniu especialistas, clientes e profissionais do setor para discutir sobre os desafios e as oportunidades da transição energética no agronegócio, além de debater como essa integração entre produção agropecuária e geração de energia renovável pode impulsionar novos modelos de negócio.
Nossos sócios Christian Roschmann, Tiago Macêdo, Débora Yanasse e Lilian Toscani conduziram discussões estratégicas sobre o avanço do biogás e do biometano, os impactos da reforma do setor elétrico sobre o mercado livre de energia e as tendências para estruturas de autoprodução.
"O biometano tem potencial para se tornar um pilar da estratégia brasileira de descarbonização da indústria pesada e do transporte no Brasil, além de reduzir a dependência do gás natural fóssil. Contudo, ainda há desafios estruturais importantes, como os elevados custos de escoamento do gás produzido offshore, desigualdades na infraestrutura de distribuição entre os estados e a limitação de alternativas de oferta, como o desenvolvimento de recursos não convencionais. Superar esses gargalos será fundamental para ampliar a competitividade do gás renovável e acelerar a construção de uma matriz energética mais sustentável e resiliente”, afirma Tiago Macêdo.
Sobre o setor elétrico, Débora comentou sobre o desafio de refletir a competitividade do custo de geração de energia elétrica no Brasil na tarifa paga pelos consumidores finais, ainda uma das mais altas do mundo. Já há um consenso no setor em limitar subsídios para determinadas fontes renováveis e abrir espaço para outras fontes e tecnologias que contribuam com maior flexibilidade – como o biometano e as baterias. A autoprodução continuará sendo uma tendência para a redução de custos com energia elétrica, mas com restrições à isenção de encargos setoriais. “Estamos vivendo um período de transformações estruturais no setor elétrico, com a iminente abertura total do mercado livre e a inserção de novas tecnologias como a inteligência artificial, as baterias e as usinas reversíveis”, aponta a sócia.




